Mário de andrade por ele mesmo
Ref: 273900
Por: Paulo duarte
R$ 185,09
Editora
Número de Páginas
576
576
576
Encadernação
Brochura
Brochura
Brochura
Ano da Edição
Descrição do produto
A obra de carteador de Mário de Andrade ainda não totalmente publicada já é reconhecida como um monumento literário, digno de figurar com orgulho em qualquer língua. Esse personagem múltiplo, que se autodefinia sem modéstia como trezentos, trezentos e cinquenta, foi também protagonista de uma experiência inédita, a de diretor do Departamento de Cultura e Recreação da prefeitura de São Paulo entre 1935 e 1938.As cartas que enviou a Paulo Duarte, seu companheiro dessa aventura política, são candentes, confessionais e muito esclarecedoras das condições em que se implantou uma improvável intervenção do poder político na máquina pública para promover o acesso à cultura de indivíduos desprovidos de lazer numa cidade que cultua o trabalho.Paulo Duarte concebeu o Departamento de Cultura e teve o mérito adicional de convocar Mário de Andrade, Sérgio Milliet e Rubens Borba de Moraes para conduzi lo. A si reservou o papel de tutor do projeto, instalado na chefia de gabinete do esclarecido prefeito Fábio Prado. Foram três anos palpitantes de muita dedicação, descoberta e realização. No entanto, a experiência não vingou. Foi esterilizada pela ditadura do Estado Novo. Mário nas cartas irá se lamentar de não ter sido capaz de institucionalizar o Departamento de Cultura. Teria isso sido possível num país que nunca concluiu a inserção da população numa sociedade de direitos básicos?Mário de Andrade viveu o drama do Departamento de Cultura como uma derrota pessoal. E chegou a declarar O Departamento é o meu túmulo. Este livro é de Mário de Andrade, mas também de Paulo Duarte, unidos na paixão comum pela potência da cultura como fator de emancipação social..
Especificação técnica
Autor
Paulo duarte
Número de Páginas
576
EAN/ISBN
9786556922430
ISBN 10
6556922439
Ano da Edição
2022
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura










