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Objeto não identificado caetano veloso 80 anos ensaios

Ref: 271184

Por: Pedro duarte; acauam oliveira; frederico coelho; guilherme wisnik; james martins; joão camillo pena; josé miguel wisnik; maria rita kehl; paulo henriques britto; priscila gomes correa; santuza naves;

R$ 103,32


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Editora

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Número de Páginas

256

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Encadernação

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Ano da Edição

Descrição do produto

Caetano Veloso faz a canção pensar e o pensamento cantar, escreve o filósofo Pedro Duarte no ensaio de sua autoria que compõe o livro Objeto não identificado Caetano Veloso 80 anos, organizado por ele. É justamente por ser esse superastro que canta, escreve livros, filosofa e compõe músicas que estão no imaginário do país desde que surgiu na cena artística, na década de 1960, que Caetano é objeto desses e de tantos outros estudos sobre a sua obra. Mas não é só isso. Como Pedro Duarte aponta na apresentação do livro, Caetano permanece o mesmo em mutação, ou seja, uma fonte inesgotável de deleite e um prato transbordante para a crítica. O livro, então, busca acompanhar o sobrevoo na Terra deste objeto não identificado ao longo de sua carreira. Em seu ensaio Oração ao tempo, José Miguel Wisnik pontua outros aniversários de Caetano para enfatizar que suas canções são também ensaios e que, a despeito do niilismo melancólico recente, há uma responsabilidade de afirmação expressa no ofertório e na parceria recente com seus filhos. Fred Coelho retoma a ideia que Caetano expusera em 1966 de uma linha evolutiva da música popular brasileira para pensar seu significado e o papel do próprio Caetano nela. James Martins, por sua vez, destaca no ensaio Caetano Baiano a força de seu lugar de nascimento e como ser baiano, no caso de Caetano, define até mesmo um modo de ser estrangeiro. Guilherme Wisnik, José Miguel Wisnik e Vadim Nikitin escrevem sobre Pólis cósmica e caótica cosmopolitismo em Caetano, complementando, com referência à experiência urbana moderna mundial, o papel da Bahia na obra do artista. Uma e outra coisa, ou seja, a Bahia e o cosmopolitismo, são pensados por Priscila Correa em Gosto de Caetano porque ele me desconcerta em relação com o Brasil desde o Tropicalismo e depois, empregando aí os conceitos de política da cultura e de política da canção.A psicanalista e ensaísta Maria Rita Kehl apresenta uma leitura sobre O desejo nas canções de Caetano Veloso, analisando suas relações com o sujeito pensado pela psicanálise. Já o poeta e tradutor Paulo Henriques Britto detalha as operações técnicas e semânticas em uma canção de Caetano, essencial ainda para a questão do desejo, no ensaio Forma e sentido em diálogo em ‘O quereres’. Partindo de um verso da mesma canção, o ensaio da professora e crítica Santuza Naves (1953 2012) Onde queres romântico, burguês interpreta Caetano como significante da pluralidade cultural, expressando as co.

Especificação técnica

Autor
Pedro duarte; acauam oliveira; frederico coelho; guilherme wisnik; james martins; joão camillo pena; josé miguel wisnik; maria rita kehl; paulo henriques britto; priscila gomes correa; santuza naves;
Número de Páginas
256
EAN/ISBN
9786584515130
ISBN 10
6584515133
Ano da Edição
2022
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura
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