Algo preto
Ref: 270330
Por: Jacques roubaud
R$ 100,68
Editora
Número de Páginas
152
152
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Brochura
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Ano da Edição
Descrição do produto
Talvez a mais importante obra poética de um dos mais notáveis autores da produção literária contemporânea, este livro fala do vácuo, da solidão, da perda daquele que sofre na vida a morte. Poucos poetas levaram tão a sério a injunção rimbaudiana 'é preciso ser absolutamente moderno' quanto o francês Jacques Roubaud. No âmbito da poesia, isso significa produzir uma escrita que incorpore de forma embrionária a complexidade da experiência da modernidade (ou da pós modernidade) já que o mundo contemporâneo vem progressivamente abolindo o padrão das medidas, dos comedimentos ou da moderação ao tempo, em que fronteiras em que medidas buscar o poético? Roubaud investe justamente nesse abismo de indeterminação do moderno para levar sua escrita às fronteiras em que, tradicionalmente, não deveria haver poesia a matemática, a narrativa aventuresca, o ensaio, o romance policial, a novela, a fotonovela, o jogo, o passeio, o labirinto, o teatro, a autobiografia, os quadrinhos etc. Com Quelque chose noir (Algo Preto), de 1986, que se apresenta como diário de uma perda, e que ora aparece na coleção Signos da editora Perspectiva, em tradução de Inês Oseki Dépré, Roubaud atinge seu ápice poético até o momento. Para além da sua capacidade crítica e inventiva, este livro se destaca pelo enfrentamento da experiência da morte. Trata se de uma convivência poética com o extremo, em todos os sentidos do termo o mais intenso, mas também o terminal ou o que está a ponto de se extinguir, transformando a densidade do que é derradeiro em outro começo esse algo preto não poderia representar melhor uma escrita poética que busca a freqüentação de suas fronteiras..
Especificação técnica
Autor
Jacques roubaud
Número de Páginas
152
EAN/ISBN
9788527307147
ISBN 10
8527307146
Ano da Edição
2005
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura










