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Rui barbosa leitor de john ruskin o ensino do desenho como política de industrialização

Por: Claudio silveira amaral

R$ 65,00


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Editora

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Número de Páginas

127

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Encadernação

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Ano da Edição

Descrição do produto

A intenção desta obra é estabelecer uma relação entre as propostas da Política do Ensino do Desenho e da Política de Industrialização, ambas de autoria do polímata (jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador) Rui Barbosa (1849 1923), e os escritos do crítico de arte inglês John Ruskin (1819 1900). Rui Barbosa foi influenciado por uma série de autores cuja afinidade ideológica circunscrevia se às categorias maiúsculas do Iluminismo Lógica, Razão, Objetividade, Natureza, Ciência, Progresso, Indústria. John Ruskin, considerado pela crítica da Arquitetura Moderna como um neogótico e adverso à Revolução Industrial, será abordado aqui como adepto dos valores do Iluminismo e não como um medievalista pregador da volta ao sistema feudal de produção. Rui Barbosa, possivelmente, conheceu as ideias de Ruskin a partir de suas críticas à Exposição Universal de Londres de 1851, e do que observou como ausência de arte nos produtos industriais. Na industrialização, a questão estética foi, para Ruskin, não apenas do desenho do produto, mas também e fundamentalmente das relações estabelecidas no processo produtivo. As ideias de Ruskin têm por base uma filosofia da Natureza cuja lógica evidencia se no relacionamento da política da ajuda mútua cada elemento natural ajuda o outro para garantir sua existência. Essa seria, segundo Ruskin, a lógica da Natureza e também sua ética. Ruskin estendeu sua filosofia da Natureza para as relações sociais e as relações produtivas, o que levou o arquiteto, designer e empreendedor Charles Robert Ashbee (1863 1942) a implantar uma fábrica de propriedade cooperativa com base nos escritos de Ruskin, bem como nos do designer têxtil, poeta, novelista, tradutor e militante socialista William Morris (1834 1896). Rui Barbosa partiu dessas críticas à Revolução Industrial, mas não chegou a definir um modelo ideal de unidade fabril. Tampouco Ruskin o fez. De fato, Rui Barbosa definiu um tipo de operário aquele que pensa e faz da maneira como recomendaria Ruskin..

Especificação técnica

Autor
Claudio silveira amaral
Número de Páginas
127
EAN/ISBN
9788547345754
ISBN 10
8547345752
Ano da Edição
2020
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura
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