A longa vida da natureza morta gênero, segregação, subversão
Ref: 252391
Por: Raisa ramos de pina
R$ 84,00
R$ 70,56
Editora
Número de Páginas
109
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Brochura
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Descrição do produto
A arte é frequentemente organizada em hierarquias injustas, comandadas por detentores de discursos hegemônicos que ecoam e persistem ao longo do tempo. Nessa lógica, a natureza morta nos dá um exemplo de politização e subversão. Se em sua origem ela foi menosprezada pelas academias de arte que a colocaram em último lugar de importância entre os demais gêneros pictóricos, sob o argumento de que o valor residia em obras que se ocupavam do movimento de cavaleiros e lutas, ainda hoje, mesmo com as revisões do romantismo, da modernidade e as flexibilizações da contemporaneidade, não é raro vê la encaixada em uma outra forma de ranking atual, que valoriza uma dita arte política em detrimento de uma arte estética. Não é intuito aqui discorrer sobre os conceitos e particularidades de cada uma, mas de questionar segmentações que parecem ainda insistir em incomodar.Considerando a pintura como território político, o deslocamento da naturezamorta no tempo diz muito, não apenas sobre a história da arte canonizada, mas também sobre as estruturas sociais do ocidente eurocêntrico que ainda reverberam no Brasil, e sobre formas de resistência e contestação de atores segregados. Para os que consideram a natureza morta entediante, este livro é essencial. Depois de ler A longa vida da natureza morta, nenhuma obra que envolve objetos inanimados será diminuída, seja ela uma pintura a óleo de flores ou uma instalação com animais empalhados..
Especificação técnica
Autor
Raisa ramos de pina
Número de Páginas
109
EAN/ISBN
9786555231557
ISBN 10
6555231556
Ano da Edição
2020
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura









