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Quanto bem me queres? alienação parental na produção de memória

Ref: 252117

Por: Edna maria galvão

R$ 65,00
R$ 54,60


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Editora

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Número de Páginas

171

171

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Encadernação

Brochura

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Ano da Edição

Descrição do produto

Quanto bem me queres? deve ser a pergunta que filhos do divórcio se fazem quando seus pais se separam, por conflitos que prosseguem mal resolvidos, e sofrem alienação parental na produção de sua memória. A frustração pelo término da conjugalidade, de uma ou ambas as partes, pode promover o rompimento da relação afetiva entre filhos e pai ou mãe, ao usar a criança como instrumento de vingança para afastá los. Pelo fato de ser em maior número a posse de guarda entregue às mães, o livro aponta que tal poder pode esgarçar o contato do pai com o filho, quando é um direito fundamental da criança conviver com ambos os pais. Esse fenômeno afronta a ética, a moral e distorce valores importantes, que devem ser preservados, como o amor parento filial, além do princípio do melhor interesse da criança e adolescente. Agride o artigo 227 da Constituição brasileira e fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que apontam ser dever da família assegurar, com prioridade, uma convivência harmônica da criança e adolescente com pai e mãe. Operadores do Judiciário e do Direito de Família, da Psicologia e do Serviço Social, ao serem requisitados, têm papel importante para impedir a evolução do problema. Para o praticante de alienação parental, são previstas penalidades, segundo a Lei 12.31810, que, em 26 de agosto de 2020, fez 10 anos. A análise e interpretação das nuanças dessa complexa questão, neste livro, foram realizadas com base nos depoimentos de pais e filhos, do documentário A Morte Inventada, de Alan Minas. O processo de alienação parental traz prejuízos aos envolvidos, afeta profundamente a construção dos laços sociais do filho no futuro, pela impossibilidade de serem desfeitos os discursos distorcidos, que resultaram na implantação de falsas memórias. Atualmente, muitos homens divorciados desejam viver de forma plena a paternidade, e lutam, na Justiça, pela convivência dos filhos, vigência obrigatória no regime de guarda compartilhada, desde 2014. O livro pretende trazer reflexões, informações e esclarecimentos à sociedade, aos profissionais que lidam com a problemática, e aos estudantes do campo do Direito, da Psicologia e do Serviço Social. Convido você, que está com este livro na mão, para caminharmos juntos na leitura no entendimento de que um mundo melhor é possível!.

Especificação técnica

Autor
Edna maria galvão
Número de Páginas
171
EAN/ISBN
9786558208143
ISBN 10
6558208148
Ano da Edição
2021
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura
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