Quarentena humana e estado de exceção
Ref: 252109
Por: Wanderson flor do iris almeida dos; nascimento santos
R$ 75,00
R$ 63,00
Editora
Número de Páginas
126
126
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Brochura
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Ano da Edição
Descrição do produto
Eis que os jornais noticiam uma gripe perigosa, que alarma a Organização Mundial de Saúde. O que antes nem era considerado doença séria torna se uma ameaça mortífera. Os primeiros casos foram identificados como tendo ocorrido no Sudeste Asiático. Supostamente tentando evitar uma pandemia, os governos impõem diversas medidas restritivas. A quarentena humana volta com força total. Na China, turistas mexicanos são proibidos de sair do hotel, sob pena de morte. No Canadá, cancela se a emissão de novos vistos para pessoas dessa região. Mesmo assim, casos da gripe vão sendo aos poucos identificados mundo afora. O primeiro suspeito brasileiro ficou 10 dias isolado em um hospital público. Era um jovem que dias antes havia estado em uma discoteca lotada. Mas, afinal, a quarentena apresenta algum impacto em saúde pública? É capaz de frear uma epidemia? Nenhum estudo científico aponta nesse sentido. Então, por que continua presente como se fosse um remédio amargo e indesejado? Pergunta de difícil resposta. Simples inércia? Hábito? Essa obra investiga as origens da quarentena humana e mostra que é um instrumento poderoso do Estado Absolutista de Exceção. O medo e o pânico coletivos são uma situação propícia para a legitimação da dominação e de cancelamento dos direitos e garantias fundamentais, principalmente quando a mídia incensa e dissemina o pânico e o medo. Para, ao final da epidemia, como já relatado várias vezes na ficção, o que deve prevalecer é a misericórdia, a união e o tratamento do enfermo..
Especificação técnica
Autor
Wanderson flor do iris almeida dos; nascimento santos
Número de Páginas
126
EAN/ISBN
9788555077708
ISBN 10
8555077702
Ano da Edição
2019
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura










