logo completo.svg
logo completo branco.svg
2267.png
heart_icon.png
account_circle.svg
profile.svg

Negrinhos que por ahi andão educação, escola e população negra em são paulo (1870 1920)

Ref: 249828

Por: Surya aaronovich pombo de barros

R$ 60,00
R$ 50,40


Icon.svg

Editora

livro.svg

Número de Páginas

objects.svg

Encadernação

Brochura

Brochura

Brochura

Icon.svg

Ano da Edição

Descrição do produto

O livro Negrinhos que por ahi andão educação, escola e população negra em São Paulo (1870–1920) origina se de uma pesquisa sobre a educação da população negra na cidade de São Paulo, entre 1870 e 1920, período de entusiasmo pela educação, quando a escola se expandia no Brasil. A partir das contribuições da historiografia e das fontes documentais, a autora analisa o que chama de ação branca e ação negra no que se refere à educação escolar, sendo a primeira identificada como estratégia e a segunda como tática, a partir das referências de Michel de Certeau. A ação branca divide se em duas vertentes por um lado, destinar escola para a população negra seria importante para a modernização em curso, com a abolição do trabalho escravo impondo novas demandas para a conformação do povo brasileiro. Nesse sentido, diferente do que se imaginava antes, há registros de estudantes negrosas nas escolas paulistanas, livres e escravizadosas. Entretanto, quando se coteja essa presença com depoimentos deixados por pessoas negras e com registros de envolvidos com a instrução pública (professoresas, inspetores de ensino), percebe se que a presença negra gerava incômodo, existindo práticas que dificultavam a experiência de acesso à instrução para tais estudantes. A obra examina ainda a ação negra, que consiste na relação da população negra com a educação, destacando contradições encontradas entre esse grupo. Se a população negra não pode ser vista como homogênea, havendo quem não manifestasse interesse pela escola, por outro lado, muitas pessoas negras desejavam escolarizar se. Nesse sentido, a existência de homens incomuns, como o escritor, advogado e abolicionista Luiz Gama e José Rubino de Souza, professor da Academia de Direito, que se destacaram por seu domínio das letras, devem ser referidas não como excepcionais, mas se inscrevem nos movimentos mais amplos da população negra anônima que lutava por educação. O trabalho mostra que o acesso à escola se dava de maneira diferente e desigual para negrosas e brancosas, mas que a população negra não ficou impassível diante da mudança de uma sociedade assentada na oralidade para aquela em que a leitura e a escrita (e a escola) eram centrais, valendo se de diferentes táticas para acessar o universo letrado..

Especificação técnica

Autor
Surya aaronovich pombo de barros
EAN/ISBN
9786525089928
ISBN 10
6525089921
Ano da Edição
2026
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura
mavi_whatsapp_100x100.svg