Planejamento estratégico governamental no brasil autoritarismo e democracia (1930 2016)
Ref: 246751
Por: Carlos eduardo santos pinho
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423
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Planejamento estratégico governamental no Brasil autoritarismo e democracia (1930 2016) compara o planejamento estratégico governamental levado a cabo por duas estratégias de desenvolvimento em regimes políticos antitéticos, quais sejam, o Nacional Desenvolvimentismo Autoritário (1964 1985) e o Novo Desenvolvimentismo Democrático (2003 2016). Ambas têm como pontos de convergência o intervencionismo estatal de modalidade intrinsecamente capitalista e o corporativismo enquanto instância de intermediação de interesses no que concerne às relações Estadosociedade, públicoprivado e capitaltrabalho. O planejamento estratégico governamental é concebido numa perspectiva macroestrutural de longo prazo, tendo em vista a consecução de uma estratégia nacional que viabilize o aprofundamento da industrialização, a diversificação da estrutura produtiva, o crescimento econômico e a produção de políticas públicas para a incorporação social de setores tradicionalmente excluídos. Quando comparadas ao regime autoritário modernizador e excludente que negligenciou a temática da incorporação social ao privilegiar o produtivismo econômico, as capacidades estatais e burocráticas, no regime político democrático, foram mais eficazes no sentido de que o planejamento governamental capitalista de longo prazo criou condições institucionais inéditas para o crescimento econômico com distribuição de renda, inclusão social, instauração de um mercado doméstico de consumo de massas e retração das históricas desigualdades sociais estruturais. Não obstante, as modalidades de planejamento estratégico governamental do Nacional Desenvolvimentismo Autoritário e do Novo Desenvolvimentismo Democrático sucumbiram. A primeira esgotou se diante do baixo crescimento econômico, de fraturas em sua coalizão político empresarial de apoio, da hiperinflação, do endividamento externo e da crise fiscal do Estado. A segunda fracassou em razão do monumental escândalo de corrupção da Petrobras, do enfraquecimento das capacidades estatais de intervenção, da resiliência de políticas macroeconômicas neoliberais, da grave crise fiscal, do poder do capitalismo financeiro, da ausência de reformas estruturais (tributária, política, agrária) e da crise político institucional que contribuiu para ceifar a coalizão política, econômica e societal de suporte. Merecem ser salientadas a inaptidão da Presidência da República na gestão, coordenação e operacionalização da coalizão parlamentargovernativa, a queda substantiva .
Especificação técnica
Autor
Carlos eduardo santos pinho
Número de Páginas
423
EAN/ISBN
9788547331870
ISBN 10
8547331875
Ano da Edição
2019
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura








