logo completo.svg
logo completo branco.svg
2267.png
heart_icon.png
account_circle.svg
profile.svg

A venda de imóvel com reserva de usufruto

Por: Arthur mendes lobo


Icon.svg

Editora

livro.svg

Número de Páginas

142

142

142

objects.svg

Encadernação

Brochura

Brochura

Brochura

Icon.svg

Ano da Edição

Descrição do produto

A obra que se segue não se limita a uma análise doutrinária estéril ela mergulha no epicentro de uma tensão fundamental da Ciência Jurídica o embate entre a autonomia privada e a rigidez do direito público. A autonomia privada é força motriz das relações civis e fundamental para o desenvolvimento da sociedade pois nele convergem interesses econômicos e criam negócios jurídicos que refletem as necessidades das partes, sempre inovando e muitas vezes desafiando os moldes tradicionais. O direito público, por sua vez, regula, protege e impõe limites, muitas vezes de forma desnecessária. O direito privado brasileiro se ressente de alguns vícios – ou pelo menos maus hábitos – de procurar no direito escrito ou no direito público a validação do exercício da autonomia privada que aos cidadãos é livre e reconhecida. Desse mau hábito vem algumas críticas que civilistas portugueses veladamente faziam ao Brasil, de que não fazíamos o direito, apenas líamos a lei. Se no início a crítica incomodava, com o tempo passamos a reconhecer a sua procedência. Em dois campos de atuação essa crítica se faz bastante presente No direito civil, institutos que deveriam seguir o pressuposto da autonomia privada muitas vezes não são aplicados por lhes faltar alguma ‘regulamentação‘ e no direito notarial e registral – inicialmente uma forma de operacionalização de um sistema público de informações de interesse do direito privado e que, pela sanha burocrática e regulamentadora do Estado brasileiro, foi se tornando, ele mesmo, não mais o ramo auxiliar do direito privado, mas o prescritor taxativo das possibilidades da autonomia privada. Como se diz no interior é o rabo balançando o cachorro. Quantos tabeliães não passaram pelo desgosto de ver uma escritura pública de compra e venda com pessoa a declarar ou um mandato em causa própria serem devolvidas com a alegação de que não consta no rol da Lei de Registros Públicos. Ou pior, notários exigindo o contrato escrito de união estável. Confusão era uma aposta certa. Um direito privado pautado na autonomia, mas dependente ou vinculado a um direito público rapidamente se submeteria a ele e as causas podem ser exploradas..

Especificação técnica

Autor
Arthur mendes lobo
Número de Páginas
142
EAN/ISBN
9786561990530
ISBN 10
6561990536
Ano da Edição
2026
Edição
1
Situação
Disponível
Encadernação
Brochura
mavi_whatsapp_100x100.svg