Kit ana suy não pise no meu vazio + as cabanas que o amor faz em nós + a corda que sai do útero
Ref: 197089
Por: Ana suy
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NÃO PISE NO MEU VAZIO Os textos reunidos neste livro foram escritos ao longo de uns dez anos ou talvez mais.Em sua maioria, sem pretensão alguma de mostrar a alguém. Foi a partir do surgimento da expressão não pise no meu vazio, que chegou repentinamente para a autora em 2017, que nasceu a vontade e uma misteriosa urgência de publicá los em formato livro. Dividido em três partes – do que preenche, do que esvazia e do que preenche e esvazia ao mesmo tempo –, Não pise no meu vazio, da psicanalista e escritora best seller Ana Suy, fala fundamentalmente sobre o amor, e, também, sobre os demais sentimentos que o coadunam. Sinta se convidado a entrar. Só tome cuidado por onde pisa.AS CABANAS QUE O AMOR FAZ EM NÓS Uma nova edição de As cabanas que o amor faz em nós, sucesso da mesma autora de A gente mira no amor e acerta na solidão. Tanto para a psicanalista quanto para a escritora, o amor é o centro do maior interesse, e ao ser abordado pelas quatro mãos de uma só autora, vários de seus matizes aparecem. Mas é sobretudo pelo viés do desencontro amoroso que o amor se dá a ver. Em seu texto há análise, há catarse, há observação aguda da vida cotidiana, num brainstorm do verdadeiro amor – o impossível. Se há encontro, é da palavra poética que, como na análise, diz solve a dor. MARCO ANTONIO COUTINHO JORGE, psicanalista Mulher da palavra e do amor, a autora sabe dos infinitos e das impossibilidades de definição do tema que escolheu. Assim passeia com desenvoltura, sensibilidade e coragem por conceitos e poesia. Ganhamos nós, leitores, que podemos acompanhar seus voos livres e aterrissagens em solos férteis. Em As Cabanas que o amor faz em nós, Ana Suy novamente nos presenteia com seu brilhantismo e se consolida como uma poeta extraordinária. LIANA FERRAZ, poeta Ana Suy consegue brincar – à moda de Winnicott – com o que há de mais precioso no campo da psicanálise a linguagem, explorando as diversas faces do amor e da falta com uma poesia em prosa, que desafia o tempo e transforma o ordinário em extraordinário. ALEXANDRE PATRICIO DE ALMEIDA, psicanalista e escritorA CORDA QUE SAI DO ÚTERO Este é um livro que fala de pedaços. De filha da minha mãe a mãe de um bebê, de mãe de um bebê a mãe de uma criança, cada vez fica mais e mais visível para mim que a maternidade é um grande elaborar de lutos. Ou seria a própria vida uma grande elaboração de luto pelo que ela é – o que implica irreversivelmente que ela não seja tudo o que não é, simplesmente porque é o que é e não o que não é. O livro de poemas que Ana Suy, mãe, ora publica, é um ato de amor à filha. Seguindo uma necessidade interna (causa do seu desejo), ela manifesta sua urgência em abrir espaços para a menina viver para além do confinamento social de nossos tempos, para além de A corda que sai do útero. Sabe da necessidade de manter a diferença entre a posição de mãe como Outro que tem, do da mulher como Outro que não tem. Quer oferecer lhe a falta, propulsor do desejo. Filha, se um dia você ler isso, saiba são sempre os pedacinhos que importam. MALVINE ZALCBERG, psicanalista Após reconhecermos a terra na qual A corda que sai do útero fecunda, podemos salientar que Ana caminha neste delicado percurso de nascimentos e lutos. Para tanto, alerta nos, precisamos escrever com o corpo todo, precisamos dançar o texto, alonga lo, exauri lo, chegar ao limite que a respiração nos dá. Limite conturbado quando imerso num mundo marcado pela falta de ar. Sem ar podemos revestir uma estória. Murmuramos, como pela primeira vez, e refazemos a sua existência. LUCIANA K P SALUM, psicanalista .
Especificação técnica
Autor
Ana suy
Número de Páginas
624
EAN/ISBN
9780001970892
ISBN 10
9780001970892
Ano da Edição
2024
Edição
1
Situação
Sob consulta
Encadernação
Brochura






